Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Diretores de ONG recebem salário de secretaria estadual
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
brasil

Diretores de ONG recebem salário de secretaria estadual

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de julho de 2026 08:20
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Integrantes da cúpula da ONG RioSolidário ocupavam cargos na Secretaria de Estado da Casa Civil do Rio de Janeiro, recebendo salários mensais próximos a R$ 10 mil. A situação, que contraria o estatuto da entidade, gerou questionamentos sobre a relação entre o setor privado e o poder público fluminense.

A ONG RioSolidário, criada em 1995, é uma entidade de direito privado sem participação oficial do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Contudo, registros de exonerações de comissionados no estado indicam que ex-diretores da organização ocupavam posições na Casa Civil. Entre eles, o ex-diretor financeiro Gilbrando Freitas e a ex-diretora executiva Ana Carolina Chateaubriand.

Gilbrando Freitas foi nomeado como assessor na Superintendência de Projetos Sociais da Casa Civil em agosto de 2023. Ele recebia uma remuneração bruta de R$ 13 mil por uma carga horária de 40 horas semanais. Embora seu vínculo fosse com a secretaria, ele gerenciava financeiramente projetos da ONG, que administrava cerca de R$ 15 milhões anuais. Ana Carolina Chateaubriand também possuía cargo comissionado na mesma subsecretaria e recebia o mesmo salário.

Especialistas em Direito Administrativo criticam a mistura entre o privado e o público. Juristas afirmam que o poder público não pode financiar instituições privadas. O advogado Hermano Carbenite comentou que se o cargo comissionado visa remunerar quem trabalha na ONG, o Estado financia indiretamente a entidade privada, o que pode configurar atos de improbidade.

TAGGED:governo-fluminenseimprobidadeONGrio-solidarioservido-publicotransparência
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior PF mira desvio de R$ 45 milhões da Caixa
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?