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Esportes

Emoções Intensas Afetam Corpo de Jogadores em Partidas Decisivas

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de julho de 2026 09:20
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A revisão do VAR anulou um gol da Croácia contra Portugal, gerando uma intensa oscilação emocional nos atletas. Essa mudança abrupta de euforia para frustração não é apenas psicológica; ela provoca respostas fisiológicas no corpo dos jogadores, como aumento do cortisol e tensão muscular.

O futebol moderno apresenta uma montanha-russa emocional, onde a espera por uma revisão tecnológica prolonga o estado de alerta dos competidores. Estudos sobre estresse competitivo indicam que atletas em jogos decisivos ativam o sistema nervoso simpático e elevam os níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse. Isso resulta em aceleração dos batimentos cardíacos e aumento da pressão arterial.

A tecnologia, como o sensor de movimento de 500 Hz da bola oficial da Copa de 2026, permite ao VAR identificar toques mínimos, como ocorreu no lance em questão. Contudo, a literatura sobre fadiga mental aponta que o desgaste cognitivo gerado por esses choques emocionais pode prejudicar a tomada de decisão e o desempenho técnico dos jogadores.

Por isso, equipes tratam a regulação emocional como parte do desempenho. A diferença entre sobreviver ou desabar em jogos de Copa pode estar nos segundos após o choque emocional. O caso da Croácia exemplificou essa dinâmica, vivenciando a comemoração da sobrevivência seguida pela eliminação.

TAGGED:copa do mundoestresse-competitivoFutebolpsicologia-esportivasaude-atletasVAR
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