Matheus Cunha se firmou na seleção brasileira durante a Copa do Mundo ao exercer uma função tática valorizada por Carlo Ancelotti. O atacante demonstrou capacidade de participar da construção das jogadas, recuando para o meio-campo e abrindo espaço para os companheiros.
O jogador atuou de forma diferente do perfil tradicional de atacante, que se concentra apenas na área esperando a bola. Cunha demonstrou habilidade para se conectar com o meio-campo da equipe.
Essa atuação construtiva foi um ponto positivo na sua consolidação no elenco nacional, conforme observado pelo técnico.

