O setor elétrico possui planos de contingência para mitigar os efeitos do El Niño, afirmou a presidente da Abradee. A expectativa é que o fenômeno climático, ligado ao aquecimento do Pacífico, cause maior impacto nas redes de energia entre setembro e dezembro.
A executiva da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica declarou que o cuidado tem sido redobrado devido à previsão de intensificação do fenômeno. O El Niño faz parte da ENSO, uma oscilação climática natural que ocorre em intervalos de dois a sete anos.
Para enfrentar eventos climáticos extremos, parte de um investimento de R$ 260 bilhões, a ser distribuído até 2030, visa tornar as redes mais resistentes. Segundo a presidente, esse montante assegurará que medidores inteligentes permitam o acesso a outras fontes de energia em áreas afetadas, reduzindo o tempo de resposta em apagões.

