Lionel Messi jogou pela Argentina na Copa do Mundo de 2026 e garantiu a classificação para as oitavas de final contra Cabo Verde. Paralelamente, o nome do atleta voltou a ser alvo de um boato sobre Transtorno do Espectro Autista, rumor que teve origem no Brasil em 2013.
O boato inicial foi veiculado em 2013 por um jornalista que relacionou características do jogador a traços do espectro autista. Entre os pontos citados estavam a timidez, a concentração intensa, a repetição de padrões de movimentos e o estilo de jogo metódico. A tese ganhou força após ser compartilhada por um ex-jogador nas redes sociais.
No entanto, a informação foi negada por fontes próximas ao atleta. Jorge Messi, pai do craque, negou o diagnóstico de forma direta. Além dele, Diego Schwarzstein, endocrinologista argentino que acompanhou Messi na infância, rejeitou categoricamente a alegação.
Schwarzstein é o médico que trata a condição real de saúde do jogador: uma deficiência no hormônio do crescimento. Essa condição comprometeu o desenvolvimento físico de Messi na infância, e o tratamento foi custeado integralmente pelo Barcelona quando o argentino tinha 13 anos.
Embora o boato tenha ressurgido em 2026 com a participação de Messi na Copa do Mundo, a resposta sobre o suposto diagnóstico é que os responsáveis mais próximos já desmentiram a informação há mais de dez anos.

