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Leitura: Ancelottismo define a resiliência da seleção brasileira
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Esportes

Ancelottismo define a resiliência da seleção brasileira

Carla Fernandes
Última atualização: 4 de julho de 2026 08:00
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A seleção brasileira demonstrou resiliência após a virada contra o Japão, um aspecto que a análise atribui ao “ancelottismo”. O treinador, Carlo Ancelotti, é visto como uma figura que prefere manter a calma e buscar soluções no jogo, em vez de se deixar levar pelo desespero.

A figura de Carlo Ancelotti é descrita como observadora, utilizando a comunicação corporal, como a sobrancelha levantada, para expressar surpresa ou desconfiança. Diferente de outros técnicos que disputam o protagonismo no espetáculo, ele foca em vencer o jogo, mesmo quando a equipe não apresenta um desempenho brilhante ou dominante. A filosofia, chamada de ancelottismo, não é um sistema tático, mas uma forma de permanecer no jogo.

Na partida contra o Japão, o método se manifestou quando, no intervalo, Ancelotti pediu calma aos atletas. Ele ajustou o ataque e buscou convencer os jogadores de que a derrota parcial não exigia desespero. A equipe, segundo a análise, parece menos apavorada com suas imperfeições, ganhando confiança sem fazer propaganda.

O próximo teste será contra um adversário forte, como o atacante de grande porte. A análise questiona se a serenidade que sustenta a reação contra o Japão será suficiente para evitar que um único lance contra um adversário assim determine o resultado. A Copa do Mundo não respeita processos, mas a capacidade de encontrar uma saída após o plano falhar é uma qualidade que a equipe pode estar desenvolvendo.

TAGGED:analise-taticaancelottismocopa do mundoestratégiaFutebolSeleção Brasileira
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