O Hrad definiu a composição da delegação que acompanhará o chefe de Estado ao encontro de aliados em Ancara, no dia 7 de julho. A equipe será formada por três funcionários do Hrad e um membro do serviço de proteção. A definição ocorreu após negociações entre o gabinete presidencial e o ministério das relações exteriores.
A equipe de acompanhamento de Pavel incluirá um funcionário do setor internacional do Gabinete do Presidente da República, cujo nome ainda não foi divulgado. Dois outros membros representarão o setor de comunicação, sendo um deles um profissional designado para gerenciar a comunicação com a imprensa no cume. Inicialmente, Pavel solicitou a inclusão de um membro do setor de protocolo, mas o ministro das relações exteriores não aceitou a credencial.
Houve divergências sobre o papel da segurança na delegação. O palácio do Hrad incluiu um membro da segurança como parte da delegação política, o que não é prática usual. O ministério das relações exteriores havia proposto uma delegação de quatro pessoas, composta por três seguranças e um funcionário do gabinete presidencial. O Hrad argumentou que necessita de pessoal para questões políticas, pois a segurança forma uma parte separada.
Enquanto isso, o Primeiro-Ministro Andrej Babiš continua a pedir que o presidente reconsidere a viagem a Ancara, mesmo após uma decisão judicial que garante sua participação no cume. Babiš afirmou que o conflito foi agravado pela ação judicial do presidente, mencionando que em Ancara serão discutidas propostas de 70 bilhões de euros anuais para a Ucrânia.

