Crianças pequenas apresentam uma dualidade ao lidar com novidades, demonstrando curiosidade pelo desconhecido, mas resistindo a mudanças de rotina ou entretenimento. Esse comportamento, observado pela autora, mostra o apego ao familiar como um mecanismo de segurança.
A autora relata que os olhos das crianças brilham atraídos pelo que é novo, impulsionando-as a explorar. Contudo, elas demonstram dificuldade em alterar rotinas ou companhias, preferindo o que é seguro e conhecido.
Essa dinâmica é observada em sua filha, que explora com entusiasmo, fazendo perguntas constantes sobre o novo. No entanto, ela resiste fortemente a experimentar filmes ou músicas desconhecidas.
O entusiasmo surge novamente quando o novo se torna familiar por meio da repetição. Assim, o elemento novo passa a fazer parte do repertório de favoritos, como se já estivesse estabelecido.

