Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Tática Norueguesa Anula Ataque Brasileiro em Confrontos Históricos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Esportes

Tática Norueguesa Anula Ataque Brasileiro em Confrontos Históricos

Carla Fernandes
Última atualização: 7 de julho de 2026 18:01
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Noruega utilizou uma tática defensiva rigorosa para parar o ataque brasileiro em confrontos históricos, como o de 1998 e o de 2026. O sistema, baseado em marcação por zona e contra-ataques, impediu a criação de jogadas ofensivas do Brasil, garantindo vitórias importantes para a equipe escandinava.

Em 23 de junho de 1998, a Noruega venceu o Brasil por 2 a 1 no estádio Vélodrome, em Marselha, pela fase de grupos da Copa do Mundo. O treinador Egil Olsen implementou o estilo conhecido como “Drillo-ball”, que rejeitava a perseguição individual. Em vez disso, a equipe compactava as linhas em um formato 4-1-4-1, defendendo o espaço territorial para sufocar os jogadores brasileiros.

Para atacar, a Noruega priorizava lançamentos longos, direcionados ao centroavante Tore André Flo. Essa transição vertical e rápida evitava que a defesa adversária se reorganizasse. O plano foi validado em 1998, quando Tore André Flo empatou a partida e Kjetil Rekdal selou a vitória com um pênalti aos 44 minutos.

O padrão tático se repetiu em 2026. No confronto das oitavas de final, a Noruega, sob comando de Ståle Solbakken, aplicou forte proteção na área. Apesar do domínio de posse do Brasil, Erling Haaland marcou dois gols decisivos aos 34 e 45 minutos do segundo tempo, assegurando a classificação norueguesa.

TAGGED:brasilcopa do mundoFutebolhistóricoNoruegatatica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior EUA e Arábia Saudita atacam alvos ligados ao Irã no Iraque
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?