A Conmebol defendeu o árbitro brasileiro Raphael Claus após o governo dos Estados Unidos questionar sua atuação em um jogo da Copa do Mundo de 2026. A entidade emitiu nota respaldando a decisão do árbitro no confronto entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina, onde a expulsão de um atacante foi revertida pelo VAR.
A defesa da entidade sul-americana ocorreu após a CBF e a FPF se manifestarem. O caso envolve a expulsão inicial de um atacante, que pisou com as travas da chuteira no tornozelo de um adversário no Levi’s Stadium, em Santa Clara. Embora o lance tenha sido inicialmente punido, a análise pelo VAR levou à anulação da expulsão.
O presidente dos Estados Unidos afirmou que o brasileiro era “suspeito” por seu histórico de atuações, e o Poder Executivo americano alegou possível envolvimento em manipulação de resultados. Em resposta, a Comissão de Árbitros da Conmebol manifestou apoio ao profissional, declarando que ele possui “honestidade, à independência e a competência profissional”.
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, comentou a anulação do cartão vermelho, criticando o uso do árbitro de vídeo no lance. Apesar das polêmicas políticas, o atacante envolvido no incidente será titular no time do técnico Maurício Pochettino no confronto pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá às 21h (horário de Brasília) no Estádio de Seattle.

