A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) renovou o contrato de Carlo Ancelotti até 2030, mas os dados de desempenho na Seleção Brasileira apontam um quadro diferente. O técnico italiano encerrou sua passagem com 64,7% de aproveitamento, ficando aquém do resultado alcançado por Tite.
A expectativa com a chegada de Carlo Ancelotti era de que o técnico europeu trouxesse a mentalidade vencedora para a Seleção Brasileira. Contudo, a comparação dos números revela que o aproveitamento de Tite, que somou 80,2% em 81 jogos, supera o índice do italiano. Essa diferença de rendimento é notada ao analisar a trajetória dos treinadores recentes.
Na linha do tempo, Ancelotti se posiciona acima de Dorival Júnior, que teve uma passagem instável de 16 jogos e finalizou com 58,3% de aproveitamento antes de ser desligado no início de 2025. Em contrapartida, o desempenho de Fernando Diniz foi considerado um desastre, com apenas seis jogos, três derrotas consecutivas e aproveitamento de 38,8%.
A decisão da CBF de estender o vínculo de Ancelotti até 2030, mesmo após uma eliminação precoce na Copa do Mundo e números decepcionantes, levanta questionamentos sobre a meritocracia no futebol atual, onde os resultados são imediatos.

