Mosquitos portadores do vírus do Nilo Ocidental foram detectados em Benacazón, em Sevilla, e em Pulpí, em Almería, indicando a persistência da doença na Andaluzia. A vigilância aponta que a enfermidade, transmitida por mosquitos do gênero Culex, exige atenção contínua.
A detecção de mosquitos com carga vírica em Pulpí, há duas semanas, e agora em Benacazón, em Sevilla, sinaliza que a doença se estabeleceu na região. Os primeiros casos humanos na Espanha foram registrados no início dos anos 2000.
Em 2024, a Andaluzia e Extremadura registraram 158 infecções, totalizando 10 óbitos, o pico mais alto da doença. As autoridades locais implementaram medidas de controle.
A Diputación de Sevilla, em colaboração com o CSIC, aplica estratégias que unem o combate bioquímico e o ecológico. Essas ações incluem o uso de caixas ninhos destinadas a aves insetívoras para auxiliar no controle do vetor.

