Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Aprender idiomas retarda o envelhecimento cerebral
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Aprender idiomas retarda o envelhecimento cerebral

Carla Fernandes
Última atualização: 8 de julho de 2026 01:00
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Um estudo recente aponta que o multilinguismo pode retardar o envelhecimento cerebral. Pesquisadores descobriram que indivíduos que falam quatro idiomas apresentam cérebros que parecem até 13 anos mais jovens que falantes monolíngues.

Cientistas da Espanha, Chile, Argentina e Dublin compararam pessoas da região Basca, conhecida pelo alto nível de multilinguismo, que falavam espanhol, basco, francês e/ou inglês. Para medir a idade neurológica, os pesquisadores utilizaram magnetoencefalografia em 728 pessoas com diferentes idades e níveis de habilidade linguística.

A Dra. Lucia Amoruso, do Basque Center on Cognition, Brain and Language em San Sebastian, explicou que pessoas que falavam mais idiomas tendiam a ter cérebros com aparência mais jovem que o esperado para sua idade cronológica. Ela declarou que o efeito não se relaciona apenas ao número de línguas.

Segundo a especialista, a proficiência linguística e a aquisição precoce de um segundo idioma também se associaram a um envelhecimento cerebral mais lento. Isso sugere que a experiência multilingue importa como um gradiente, dependendo da profundidade e duração do contato com os idiomas.

TAGGED:cogniçãoenvelhecimento-cerebralidiomasmultilinguismoNeurociênciasaúde mental
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Mortes na Venezuela sobem para 3.685 após terremotos
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?