O líder da oposição e presidente do PP, Alberto Núñez Feijóo, defendeu que os acordos de trabalho deixem de complementar o salário durante os períodos de baixa. Ele classificou o aumento da incapacidade temporária como um “câncer”, alinhando-se à posição da patronal.
Feijóo propôs que os trabalhadores não recebam o mesmo valor durante a incapacidade temporária que recebem trabalhando. Essa defesa se alinha ao discurso emitido pela patronal nos últimos meses.
O presidente da patronal, Antonio Garamendi, comentou que não haverá acordo nacional de acordos se não forem abordadas mudanças normativas sobre o tema.

