Tom Cruise executa cenas de risco extremo em filmes da franquia “Missão: Impossível”, recusando o uso de dublês. O ator realiza saltos de penhascos, escaladas em arranha-céus e mergulhos profundos para garantir a autenticidade das sequências de ação.
Desde o lançamento em 1996, a saga “Missão: Impossível” se desenvolveu com momentos cada vez mais ousados. Em “Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1 (2023)”, por exemplo, o ator saltou de um penhasco pilotando uma moto em uma montanha na Noruega. A sequência exigiu meses de preparação, com o ator repetindo o salto para obter o ângulo desejado.
Em “Missão: Impossível – Nação Secreta (2015)”, a veracidade da cena submersa foi alcançada após o ator treinar com mergulhadores profissionais. Ele conseguiu prender a respiração por mais de 6 minutos, sem recorrer a efeitos especiais.
Outro feito notável foi a escalada do Burj Khalifa, prédio de mais de 828 metros em Dubai. O ator subiu a estrutura usando apenas cabos de segurança e luvas especiais, correndo pela fachada e pulando entre janelas. Em “O Acerto Final (2025)”, ele ficou pendurado na asa de um avião, exausto, conforme comentou o diretor no Festival de Cannes.
As cenas também envolveram lesões reais. Em “Missão: Impossível – Efeito Fallout (2017)”, o ator quebrou o tornozelo ao pular entre prédios, mas continuou a cena até o fim, e a fratura foi utilizada no filme.

