O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou nesta terça-feira (7) que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, poderia ser uma candidatura “extremamente viável” à Presidência da República. Zema declarou que a direita “perdeu” com o paulista em segundo plano, durante evento em São Paulo.
Zema respondeu a questionamentos sobre capital político e expansão de seu nome fora de Minas Gerais. Ele explicou que, por questões familiares, Tarcísio de Freitas foi colocado em segundo plano, o que, segundo ele, fez a direita perder no Brasil. O pré-candidato também comentou que Jair Bolsonaro o incentivou a lançar candidatura e defendeu que a presença de múltiplos nomes da direita no primeiro turno fortalece o campo político.
O ex-governador afirmou que o candidato da direita que avançar para o segundo turno terá apoio dos demais. Zema relembrou sua atuação em 2022, quando trabalhou na campanha de Bolsonaro contra Lula. Ele disse que, após ser eleito governador de Minas no primeiro turno, dedicou 21 dias à campanha, ajudando a zerar a diferença técnica em Minas Gerais.
Em outro momento, Zema abordou críticas sobre seu aumento salarial na gestão mineira. Ele declarou que doa todo o valor recebido desde janeiro de 2019. Segundo Zema, o reajuste visou equiparar os salários do governo de Minas aos de outros estados, combatendo o que ele chamou de “grande hipocrisia” em pagamentos públicos.

