O presidente Lula da Silva não comentou sobre a guerra, a Rússia ou Israel nos últimos meses, enquanto o clima pré-eleitoral em Curitiba concentra-se na indicação do governador Ratinho Junior (PSD). Movimentações políticas incluem pedidos de esclarecimento sobre declarações diplomáticas e investigações sobre nomeações em fundações.
Em Curitiba, o ambiente pré-eleitoral está aquecido, e pré-candidatos buscam a indicação do governador Ratinho Junior (PSD), com exceção do líder Sergio Moro (União). A intensidade do debate levou expoentes do Tribunal Regional Eleitoral e da promotoria eleitoral a fiscalizar perguntas de pesquisas de rua.
No âmbito legislativo, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) avalia reunir assinaturas para convocar os presidentes da Caixa e da FUNCEF. A pauta é a nomeação de Fabiano Alves, ligado à família do presidente da FUNCEF, como Gerente de Investimentos da Fundação.
O senador Hamilton Mourão (Rep-RS) questionou o chanceler Mauro Vieira sobre declarações acerca de risco de invasão americana no Brasil. Mourão apresentou requerimento para que Vieira explique o tema na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Paralelamente, aliados apontam que o ex-governador Mauro Mendes pode não ser eleito senador, citando relatos de comportamento agressivo.
Em outro tema, a ascensão do Banco Master via CredCesta na Bahia envolveu a advogada Lia Frank, que atuou na defesa do banco, após o programa de consignados alavancar o caixa de Daniel Vorcaro. A banca de Eugênio Kruschewsky levou R$ 54 milhões do banco, conforme relatos da imprensa.

