Um juiz instrutor negou a solicitação de Begoña Gómez para viajar a Ancara, mas concedeu a ida a Londres para a formatura da filha. A decisão, tomada por um magistrado substituto, gerou questionamentos sobre sua influência no caso.
O juiz instrutor Antonio Viejo resolveu o pedido de Begoña Gómez para viajar a Ancara, a fim de acompanhar seu marido, Pedro Sánchez, na Cúpula da OTAN, e posteriormente a Londres, para a formatura da filha. A decisão foi dividida: a viagem a Ancara foi negada, enquanto a ida a Londres foi autorizada.
A determinação ocorreu em um momento de excepcionalidade, pois foi proferida por um juiz substituto, que estava no lugar do magistrado titular do caso, Juan Carlos Peinado. Ambos os juízes estavam de folga no momento da deliberação.
Especialistas consultados afirmaram que a interinidade do magistrado pode ter influenciado o julgamento. No entanto, a maioria dos consultados considerou que a premissa de que a esposa do presidente do Governo pode fugir é um “disparate”.

