O governo lançou o programa de renegociação de dívidas de autônomos, visto como vitrine eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após consultar bancos públicos. A medida buscou contornar a resistência de instituições privadas ao Desenrola Adimplentes.
A iniciativa, considerada uma aposta do presidente para melhorar sua imagem junto ao público-alvo, enfrentava preocupação no Palácio do Planalto. O governo temia que a oposição das instituições privadas pudesse inviabilizar o programa de renegociação.
O anúncio da medida ocorreu somente após o governo receber informações de que as estatais teriam interesse em participar da ação. O programa prevê a renegociação de dívidas de autônomos que estão pagando em dia.

