A escultora Lynda Benglis colaborou com Jonathan Anderson em um desfile de Alta Costura para a casa Dior, realizado em Paris. A mostra, apresentada nos jardins do Museu Rodin, uniu arte e moda, explorando a fusão entre escultura e vestuário.
A artista, associada ao pós-minimalismo e ao arte feminista, utilizou suas esculturas metalizadas, que mantêm suas impressões digitais, para criar vestidos plissados em tons de prata e dourado. A coleção, que marca uma colaboração estreita entre os dois, reflete a exploração do linguagem de Anderson em diálogo com os códigos da casa Dior.
O conceito do nó, recorrente na obra do estilista, foi levado ao extremo, materializando-se em uma escultura viva. Benglis amarrou materiais rígidos, conferindo uma aparente rigidez aos clássicos nós do designer. A mostra convidou o público a um percurso coletivo entre a rigidez e o movimento.

