Romeu Zema afirmou nesta quarta-feira (8) que, se eleito, promoverá a privatização de estatais, classificando os gastos públicos como desnecessários. O pré-candidato também apresentou quatro pontos para melhorar a economia do país, incluindo o ‘choque moral’ e o ‘fim da gastança’.
Zema mencionou que, em Minas Gerais, havia 118 estatais, restando apenas a Cemig, empresa energética estadual. Ele declarou que as empresas privadas bem administradas prosperaram no estado. O ex-governador apresentou, ainda, quatro pilares para a melhoria econômica nacional.
O primeiro ponto defendido foi o “choque moral”, no qual Zema criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) por supostas pressões corporativas. O segundo aspecto é o “fim da gastança”, que, segundo ele, afeta indicadores econômicos. Ele explicou que taxas como a Selic a 14,5% e crédito a 20% prejudicam investidores, beneficiando rentistas.
O terceiro pilar é o “choque de gestão” na segurança pública. Zema comparou o Brasil a El Salvador, país que reduziu a violência ao enquadrar organizações criminosas como terroristas e aplicar penas mínimas de 25 anos de reclusão. As falas ocorreram durante um evento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília.

