Um ano após ser baleada durante uma festa de pagode no bairro do Altiplano, em João Pessoa, uma mulher cobra justiça pelo ataque. A vítima, que sofreu ferimentos graves, afirmou que a confusão se intensificou sem intervenção eficaz da segurança do evento.
A mulher, que sofreu um tiro no peito, passou por cirurgia de alto risco e enfrenta sequelas físicas e psicológicas. Ela declarou que o incidente não foi apenas um erro individual, mas um problema da organização do evento, citando a falta de socorro imediato no local.
Segundo relatos, a briga próxima ao palco desencadeou os disparos, e a vítima foi levada ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Exames indicaram perfurações no pulmão e no fígado, exigindo laparotomia. A sobrevivente relatou ter tido certeza de que não resistiria antes da cirurgia.
A Polícia Civil informou que o inquérito depende da conclusão de perícia de confronto balístico. A organização do evento colaborou com as autoridades, disponibilizando imagens, mas a delegada responsável disse que não há previsão para a identificação ou prisão do suspeito.

