A operadora Alice anunciou um reajuste de 11,20% em seus contratos empresariais com até 29 vidas, um percentual mantido pelo segundo ano consecutivo. O ajuste ficou 5,3 pontos percentuais abaixo da média de 16,5% praticada por operadoras tradicionais, segundo dados da Variação do Custo Médico-Hospitalar (VCMH).
A empresa acompanha mensalmente o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa metodologia permite que empresários conheçam o valor do reajuste antes do recebimento da carta, diferentemente de outras operadoras que usam variáveis externas.
Desde 2022, o componente financeiro do reajuste da Alice variou entre 10,54% e 13,40%, sempre vinculado ao IPCA. Pedro Rodrigues, Chief Revenue Officer da Alice, declarou que “reajuste controlado é consequência de cuidado bem feito. Quando o membro recebe atenção no momento certo, pelo canal certo, o custo não escapa”.
A estabilidade dos reajustes é sustentada pelo modelo de atenção primária, que utiliza Médico de Família e Comunidade e tecnologia para integrar dados clínicos em tempo real. A companhia, que conta com mais de 95 mil membros, registra taxa de retenção de 98% e alcançou R$ 1 bilhão em receita anual recorrente.

