Aliados de um ex-deputado fizeram críticas públicas à campanha presidencial de um senador, levando reclamações à cúpula do PL. As cobranças visam mudanças na estrutura eleitoral, apontando falhas na comunicação e no planejamento da pré-campanha.
Interlocutores informaram que membros da liderança do partido receberam sugestões de alteração na estratégia eleitoral do senador. As insatisfações ganharam visibilidade com publicações em redes sociais. Um ex-secretário de Comunicação afirmou que a campanha “não existe” por falta de agenda, comunicação, organização e planejamento, sugerindo uma ampla reformulação da estrutura.
Outro influenciador criticou a equipe por não aproveitar a agenda internacional do candidato, alegando ausência de entrevistas e coletivas de imprensa. Além disso, há relatos de que o coordenador da campanha exerce uma coordenação excessivamente centralizadora, o que gera insatisfação entre aliados.
A campanha do senador rejeita as críticas, afirmando que as ofensivas partem de pessoas insatisfeitas por não terem sido incluídas na estrutura. Contudo, especialistas avaliam que uma reformulação esbarra na indicação de membros do núcleo de marketing pelo coordenador, o que pode aprofundar disputas internas no partido.

