A seleção masculina dos Estados Unidos foi eliminada pela Bélgica por 4 a 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo, em Seattle, na noite de segunda-feira. A partida, contudo, registrou a maior audiência da história da TV nos EUA, com mais de 36,8 milhões de espectadores. O bilionário Ken Griffin, fundador da Citadel, teve participação na chegada do técnico Mauricio Pochettino.
A derrota americana gerou grande repercussão, e o apoio da torcida foi notado por Ken Griffin. O investidor, que acompanha futebol, ajudou a viabilizar a contratação de Pochettino, um movimento considerado essencial para a equipe. Segundo um porta-voz da Citadel, a ajuda financeira de Griffin foi a maior entre os benfeitores que apoiaram o acordo, que a US Soccer não conseguiria bancar sozinha.
A US Soccer depende de receitas próprias, patrocínios e doações, visto que não recebe financiamento direto do governo. Pochettino, contratado para reconstruir a seleção, é hoje o técnico mais bem pago da história da organização, com salário-base de cerca de US$ 6 milhões por ano. O investimento resultou em uma campanha forte no torneio ampliado.
Griffin possui um histórico filantrópico no esporte, tendo doado US$ 3 milhões em 2017 e US$ 5 milhões em 2023 para financiar minicampos em Chicago e Miami-Dade. Além disso, a Griffin Catalyst financiou eventos para ampliar o acesso ao torneio, e ele doou mais de 1.200 ingressos para jovens em comunidades carentes.

