Não contribuir com 3% para o plano 401(k) pode custar ao trabalhador médio cerca de US$ 266.000 em riqueza de aposentadoria ao longo de 35 anos. A taxa de poupança pessoal caiu de 6,2% para 3,9% em dois anos, mesmo com aumento salarial, segundo dados de órgãos de estatística.
O *match* do empregador, frequentemente oferecido em planos 401(k), representa um retorno instantâneo de 100% sobre os primeiros 3% contribuídos pelo funcionário. Com base em salários médios de US$ 1.235 semanais no primeiro trimestre de 2026, a contribuição de 3% gera um valor anual de US$ 1.926 em dinheiro gratuito. Composto a uma taxa anual de 7% ao longo de 35 anos, esse valor não aproveitado atinge aproximadamente US$ 266.000 na aposentadoria.
Apesar do aumento dos rendimentos, a capacidade de poupança diminuiu. Os gastos anuais médios das famílias ultrapassaram US$ 78.500, superando os ganhos salariais. Além disso, os saques de 401(k) por dificuldades subiram 365% em 2025, com cerca de 65% relacionados a evitar despejos ou execuções hipotecárias, conforme dados de instituições financeiras.
Apesar de 85% dos trabalhadores com rendimento igual ou superior a US$ 75.000 possuírem contas de aposentadoria, cerca de 15% dos elegíveis não participam dos planos. A média de contribuição de 7,7% esconde uma mediana de 6,8%, indicando que muitos participantes contribuem abaixo do patamar necessário para obter o benefício total do empregador.

