A estreia do épico “A Odisseia”, de Christopher Nolan, em 16 de julho no Brasil, acompanha o lançamento do livro “O Poder Esmagador do Cinema”, de Pablo Savalla. O filme, com orçamento de US$ 250 milhões, utiliza câmeras IMAX de 70 mm, validando a tese de Savalla sobre a redefinição estética proporcionada pela tecnologia.
O projeto cinematográfico, o maior da carreira do diretor, é a primeira produção filmada integralmente com câmeras IMAX de 70 mm. As projeções de bilheteria indicam que o filme deve abrir entre US$ 80 e 100 milhões no mercado americano, com faturamento doméstico total projetado entre US$ 325 e 475 milhões. O interesse do público se manifestou antes das críticas: ingressos para sessões IMAX 70 mm esgotaram em até 12 horas em metade das salas americanas.
A coincidência comercial é reforçada pelos resultados da IMAX Corporation. A companhia projeta receita de US$ 448 milhões em 2026, um aumento em relação aos US$ 396 milhões registrados antes da pandemia. A expansão física segue forte, com expectativa de entre 160 e 175 novos sistemas IMAX instalados no ano.
O livro de Savalla será lançado em 24 de julho, oito dias após a estreia mundial, aproveitando o momento em que o público processa a experiência de imagem, som e escala. A IMAX Corporation também sinaliza valorização estratégica, com conversas em andamento com possíveis compradores, e mantém um pipeline robusto com dez filmes previstos para 2027.

