Israel compartilhou com os Estados Unidos informações de inteligência indicando que o Irã elaborou um novo plano para assassinar o presidente Donald Trump. O alerta foi recebido nesta semana, somando-se a um fluxo constante de informações sobre possíveis ameaças ao líder americano.
As autoridades americanas sugeriram que o relato israelense pode buscar influenciar a decisão de Trump sobre a intensificação da ação militar contra o Irã. O governo dos EUA já alertava que o Irã poderia tentar matar Trump em retaliação ao ataque com drone ordenado pelo presidente em 2020, que resultou na morte de um general iraniano.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou dúvidas sobre os esforços diplomáticos de Trump em relação ao Irã, gerando conflito sobre a ação militar israelense no Líbano. Apesar disso, autoridades americanas afirmaram que os esforços diplomáticos continuam ocorrendo nos bastidores, visando um acordo nuclear até meados de agosto.
Fontes de inteligência dos EUA monitoram atores que discutiram ataques, mas não agiram. Há preocupação de que o Irã possa visar diversas autoridades de alto escalão. O relatório israelense é visto, em parte, como parte de um esforço maior de Israel para influenciar as decisões de Trump.

