A Copa do Mundo, devido ao seu peso político e econômico, frequentemente transforma decisões de arbitragem e sorteios em combustível para teorias de conspiração. Em 2026, suspeitas surgiram após a suspensão de punição de um atacante e após a derrota do Egito para a Argentina.
A suspensão de punição de um atacante, que permitiu sua participação nas oitavas de final contra a Bélgica, gerou especulação, especialmente após o presidente dos Estados Unidos telefonar ao presidente da FIFA para reclamar do cartão vermelho. Além disso, a derrota do Egito para a Argentina, por 3 a 2, levou um atacante egípcio a afirmar que o troféu parecia “direcionado à Argentina”.
As teorias de manipulação também circulam em torno dos sorteios. Em 2026, os grupos dos anfitriões geraram debates, embora os números não sustentem completamente a ideia de fraude. Histórias passadas reforçam esse padrão, como a final de 1998, quando um jogador brasileiro sofreu convulsão antes da partida contra a França, gerando teorias sobre pressão comercial.
Outros episódios incluem a Copa de 2002, onde decisões polêmicas envolvendo um árbitro equatoriano marcaram a campanha da Coreia do Sul. Na Copa de 1970, a ausência de um goleiro inglês gerou uma teoria que chegou a envolver a CIA. O padrão se repete porque o torneio reúne paixão nacional, pressão política e grandes interesses comerciais.

