O debate sobre a proibição do catalão durante o regime franquista é complexo. O texto argumenta que o ditado não foi totalmente vedado, permitindo seu uso em contextos familiares e educacionais.
O autor questiona a percepção de que o catalão foi integralmente proibido pelo regime. Ele afirma que o uso da língua era permitido em âmbito familiar sem que agentes da Político-Social interviessem em residências.
Além disso, a publicação de obras como ‘Cavall Fort’ ocorreu sem grandes obstáculos. Medidas mais permissivas no final da ditadura, como a lei de educação de 1970, também são citadas como exemplos de flexibilização.
Segundo o texto, a sobrevivência do catalão se deve à tolerância do franquismo com os povos da Espanha, o que permitiu a continuidade do uso da língua.

