O banqueiro Daniel Vorcaro manipulava avaliações públicas do aplicativo do Banco Master e disseminava comentários positivos sobre a imagem do conglomerado. Além disso, ele teria obtido acesso a inquéritos sigilosos e tentado intimidar pessoas contrárias aos seus interesses.
Segundo informações, a conduta do executivo ia além da influência digital. Vorcaro teria encomendado dossiês e distribuído apartamentos e viagens em jatinho para lideranças de diferentes matizes políticos.
O banqueiro também teria usado sua posição para obter acesso a inquéritos sigilosos e tentar intimidar indivíduos que contrariavam seus interesses. A ação visava influenciar a percepção pública sobre o conglomerado.

