O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, presenteou líderes ocidentais que participaram da cúpula da OTAN no país com um revólver e seis munições. O gesto, realizado nesta semana, teve como objetivo destacar o crescimento da indústria de defesa turca e projetar a ascensão do país no cenário de tensão militar do Oriente Médio.
O ato gerou reações diversas entre os participantes. Alguns líderes tiveram que deixar os presentes para trás, devido a leis de armas em seus países. Outros optaram por doar os armamentos a museus, tratando o gesto com caráter cultural e histórico. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, comentou a situação, afirmando que a arma ficaria sob custódia policial.
A imprensa turca identificou os revólveres como o Gümüşay .357 Magnum, produzido pela fabricante estatal MKE. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, teve o armamento desativado e doado a um museu militar. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, também deixou o revólver na Turquia para que fosse inutilizado, pois sua importação para o Reino Unido seria ilegal.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, aceitou o presente, e o armamento foi registrado como presente oficial no Palazzo Chigi. Em contraste, o presidente da Croácia, Zoran Milanović, afirmou não ter recebido a arma, comentando que atira com outros tipos de armamento. Segundo a imprensa turca, o setor de defesa do país evoluiu para se tornar autossuficiente em sistemas militares avançados.

