Donald Trump afirmou que deixou um plano para destruir o Irã caso o regime ordenasse seu assassinato. A declaração, feita em 2025, ressurge após a imprensa internacional noticiar um alerta de Israel aos EUA sobre um novo plano iraniano contra o ex-presidente.
A afirmação ocorreu em resposta a veículos de comunicação, após o bombardeio que eliminou o comandante militar iraniano Qasem Soleimani durante o primeiro mandato de Trump. Na ocasião, o republicano declarou que, se o Irã tentasse um atentado, “seriam aniquilados. Não sobrará nada.”
Em fevereiro de 2026, o governo norte-americano lançou a Operação Epic Fury. Segundo a administração, a ofensiva visa enfraquecer a capacidade militar do Irã e impedir o avanço de seu programa nuclear. Desde o início da operação, EUA e Israel realizaram dezenas de ataques a alvos estratégicos no território iraniano.
O conflito gerou alta tensão no Oriente Médio. O Irã reagiu com ataques a interesses dos EUA e de Israel e fechou o Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte de petróleo. Após o Irã atacar embarcações comerciais no Estreito de Ormuz, Trump declarou encerrado um cessar-fogo firmado em julho.

