Um empresário, conhecido por comercializar a “picanha do Bolsonaro”, deve ser investigado após uma mulher trans registrar denúncia. A acusação aponta que ele se recusou a pagar por um programa sexual, fez ameaças e tentou comprar o silêncio da mulher.
A denúncia, acessada por veículos de comunicação, aponta que o empresário se envolveu em situação incompatível com a narrativa de moralismo conservador que ele apoia. O caso levanta questionamentos sobre a coerência entre o discurso público e a vida privada de figuras ligadas a movimentos conservadores.
A alegação da mulher trans é de que o empresário se recusou a efetuar o pagamento do programa sexual. Além disso, ela afirmou que ele proferiu ameaças e tentou obter seu silêncio. O mérito das acusações cabe às autoridades competentes esclarecer.
A imprensa aponta que o episódio reflete uma contradição conhecida, onde o personagem que exibia imagem alinhada ao moralismo conservador se encontra em situação incompatível com a narrativa construída. O texto argumenta que a hipocrisia reside na tentativa de impor uma moral que os próprios porta-vozes não seguem.


