A história do patriarca da família Le Pen, na França, é comparada a um Rei Lear contemporâneo. O líder, fundador do Frente Nacional em 1972, vivenciou um drama familiar marcado por rancores e traições.
O patriarca, descrito como um pai carismático e autoritário, teve três filhas: Marie Caroline, Yann e Marine. A narrativa familiar é apresentada como um conto de traições e um assassinato, envolvendo o líder da família.
A figura do patriarca, Jean-Marie, é associada a um monarca feudal, cujos conflitos internos ecoam o drama clássico. A descrição foca no cenário de disputas dentro da família.

