Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Arte e Tecnologia Desafiam o Ego Humano
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Arte e Tecnologia Desafiam o Ego Humano

Carla Fernandes
Última atualização: 12 de julho de 2026 06:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Assistir à peça “Viva a vida”, de Regina Casé, levou o autor a refletir sobre a relação entre a vida moderna e a natureza. A obra levanta questões sobre o senso de superioridade humana e a disputa de atenção entre o silêncio e as notificações digitais.

A experiência teatral suscitou a percepção de que a sociedade contemporânea divide sua atenção entre elementos naturais e inteligências artificiais. O texto aponta que a cultura atual reflete um sentimento de superioridade, onde se discute quem merece mais, como se o ser humano fosse o centro da criação. Essa visão é contrastada com a perspectiva de que a Terra é um “grãozinho azul perdido numa imensidão de galáxias”.

O autor critica a invenção da pressa e das hierarquias, citando que a floresta não possui pressa. Há quem ainda defenda que um saber ou uma vida valem mais que outros, colocando ciência e sagrado em competição. Contudo, povos indígenas e cosmologias africanas entendem que gente, rio, bicho e planta fazem parte da mesma conversa.

A reflexão se estende à intimidade com o meio ambiente. O texto afirma que se conhece mais celebridades do que árvores, indicando uma falta de conexão. Ailton Krenak é citado ao lembrar que é preciso “adiar o fim do mundo”, o que exige responsabilidade compartilhada. O autor conclui que a tecnologia deve caminhar ao lado da ancestralidade, e não substituí-la.

TAGGED:cosmologiaEcologianaturezareflexaoTeatroTecnologia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Clube Rural exibe receita de tilápia com crosta de castanhas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?