Pocah, de 31 anos, celebrou o Dia Nacional do Funk neste domingo (12) e afirmou que o ritmo mudou sua vida e a de milhares de jovens periféricos. A cantora disse que o funk lhe deu voz e oportunidades, transformando sua realidade.
A artista, que começou a carreira em 2010, viu na música uma chance de transformar sonhos em profissão. Ela relatou que, ao iniciar, o cenário do funk sofria com preconceito e falta de valorização. Pocah declarou: “O funk me deu voz, me deu oportunidades e mudou completamente a minha realidade”.
Segundo a artista, o gênero evoluiu dos bailes para dominar festivais e plataformas de streaming. Ela enxerga o funk como uma engrenagem econômica, mas pontua que a cena ainda precisa romper estigmas. “O reconhecimento é resultado de muito trabalho de quem nunca desistiu de acreditar no movimento”, comentou.
Pocah também exaltou o papel das mulheres na construção do funk, afirmando que elas lutaram para ocupar espaços de protagonismo. Ela mencionou que o álbum “Cria de Caxias” representa um reencontro com suas raízes e homenageia o lugar que a formou como artista.

