O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, expressou preocupação com a escalada de ataques entre Estados Unidos e Irã e pediu o cessar-fogo. O porta-voz iraniano, Esmail Baghaei, respondeu que os bombardeios contra bases americanas constituem um exercício legítimo de autodefesa sob o direito internacional.
Guterres declarou que um retorno a hostilidades em grande escala teria consequências catastróficas para a região, a paz internacional e a economia global, solicitando que os dois países retomem as negociações. Baghaei afirmou que o Irã não ataca, classificando os bombardeios recentes como uma “continuação de um ato de agressão flagrante e não provocado iniciado em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel”.
A tensão se intensificou com a informação de que o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) iniciou mais ataques contra o Irã a partir das 18h, horário de Brasília. O objetivo das forças americanas é degradar a capacidade de Teerã de atacar navios comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz.

