A suspensão de punição aplicada ao atacante Folarin Balogun gera repercussão na Copa do Mundo de 2026. A análise do recurso foi conduzida por um único membro da Comissão Disciplinar da Fifa, procedimento incomum. A controvérsia se intensificou após a revelação de que um presidente dos Estados Unidos solicitou diretamente uma revisão da expulsão.
A decisão da Fifa, que transformou a suspensão automática em punição suspensa, permitindo a participação do atacante em jogo, foi questionada. Balogun recebeu cartão vermelho após atingir um jogador com a sola da chuteira. Segundo a imprensa, ele foi o único entre os 14 jogadores expulsos na competição a não cumprir suspensão imediata.
A análise do caso, realizada por Mohammad Al-Kamali, presidente da Comissão Disciplinar da Fifa, diverge do padrão usual para casos de grande impacto, que exigem um painel de três membros. A situação ganhou destaque após a confirmação de que o presidente americano solicitou a revisão da expulsão a Gianni Infantino, presidente da Fifa.
A entidade defende que o julgamento ocorreu de forma independente. Contudo, a sequência de fatos, especialmente a intervenção pública do presidente dos EUA, alimenta dúvidas sobre a condução disciplinar da organização durante o torneio.

