Uma mulher de 78 anos, diagnosticada com poliomielite aos cinco anos, faleceu após o aparelho de suporte respiratório falhar em 26 de junho de 2026. O equipamento, um pulmão de aço antigo, não teve peças de reposição disponíveis, levando ao óbito.
A paciente passou grande parte de sua vida em um cilindro de metal que gerava pressão negativa para auxiliar a respiração, condição imposta pela poliomielite, uma doença viral que pode causar paralisia irreversível. Inicialmente, os médicos exigiam que ela permanecesse no aparelho por 23 horas diárias, dedicando o tempo restante à reabilitação dos membros.
A condição de saúde da mulher foi agravada em 2020, quando contraiu o vírus da Covid-19 duas vezes, além de outras enfermidades. O pulmão de aço, já danificado pela idade, apresentou falhas irreparáveis. A irmã da paciente informou a veículos de comunicação que a dificuldade em manter o motor antigo se deve à escassez de peças, algumas delas sendo de Chevrolets da década de 1940.
Apesar das limitações, a paciente conseguiu levar uma vida relativamente normal, aprendendo a respirar fora do suporte mecânico e realizando atividades diárias. Um tornado no ano anterior deixou seu bairro sem energia, enfraquecendo seu sistema imunológico e diminuindo suas chances de sobrevivência sem o auxílio do equipamento.

