Um chefe do Comando Vermelho foi incluído na lista de traficantes internacionais dos Estados Unidos em 31 de maio de 2002. A classificação ocorreu com base na Lei de Designação de Chefes do Narcotráfico Estrangeiro, devido ao tráfico internacional de cocaína.
O indivíduo, nascido em 4 de julho, teve sua trajetória ligada ao país que investigou suas atividades no tráfico internacional de drogas. O governo americano utiliza essa lista para impor sanções econômicas, restringindo o acesso de grandes traficantes a recursos financeiros.
Segundo denúncias, o traficante fornecia armas às FARC em troca de cocaína. Outro brasileiro, apontado como sócio, também foi incluído na lista da OFAC em 2003, após investigação da agência federal americana de combate ao narcotráfico.
As autoridades americanas não classificaram os envolvidos com o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas. Tentativas de revisão da classificação por parte de órgãos brasileiros não obtiveram resposta oficial dos departamentos americanos.

