A ação da AppLovin registrou queda de 12% na segunda-feira, sem um catalisador específico da companhia. A baixa ocorre em um contexto de venda generalizada no setor de tecnologia, impulsionada pelo risco em torno de inteligência artificial e semicondutores.
A queda da AppLovin se insere em um movimento de aversão ao risco que afeta o setor de tecnologia. A imprensa noticiou que ações de empresas como NVIDIA caíram 3% e Broadcom registrou queda superior a 3%. O índice Invesco QQQ Trust também apresentou baixa de 21,77%.
Apesar da volatilidade, os fundamentos da AppLovin permanecem estáveis. No primeiro trimestre de 2026, a empresa reportou lucro por ação (EPS) de US$ 3,56, com receita de US$ 1,842 bilhão, representando um crescimento de 24% ano a ano. A margem EBITDA ajustada foi de 85%.
A análise de mercado aponta que a empresa, por ter alta valoração em um setor de ad-tech ligado à IA, é um alvo comum em momentos de desaceleração do setor. O preço-alvo de analistas para a AppLovin é de US$ 654,60, sugerindo potencial de alta futuro.

