O Partido Popular (PP) utilizou homenagens anuais a Miguel Ángel Blanco, vereador de Ermua assassinado por ETA em 1997, como contexto para atacar a Lei de Memória Democrática. Em um evento em Madrid, o segundo do partido, Miguel Tellado, prometeu revogar a lei no primeiro Conselho de Ministros.
O PP encontrou nos atos em memória de Miguel Ángel Blanco, concejal de Ermua morto por ETA em 1997, o momento oportuno para questionar a Lei de Memória Democrática. Em 2022, Alberto Núñez Feijóo já havia anunciado a intenção de revogar a legislação, visando os perseguidos pela ditadura franquista.
Na ausência do líder, Miguel Tellado, segundo do partido, fez uma declaração em Madrid, no 29º aniversário do crime. Tellado prometeu que o PP revogará a Lei de Memória Democrática no primeiro Conselho de Ministros.

