Um ex-deputado federal defendeu o restabelecimento das sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorreu após o magistrado suspender por 90 dias as visitas de um senador a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-deputado federal relacionou a decisão judicial ao processo eleitoral brasileiro. Ele afirmou que, se um candidato for proibido de se comunicar com seu filho por razões políticas, a eleição não deve ser reconhecida como democrática pelos países livres. Em seguida, declarou que a sanção Magnitsky contra o ministro do STF deve ser restabelecida.
A sanção mencionada foi imposta pelos Estados Unidos contra o ministro em julho de 2025, mas foi revogada em dezembro do mesmo ano. A declaração foi publicada horas depois de Moraes determinar que a defesa do ex-presidente apresente esclarecimentos em até 48 horas.
O ministro exigiu explicações sobre uma carta escrita pelo ex-presidente e divulgada nas redes sociais do senador. O documento reafirma a candidatura presidencial do senador e apela por união da direita. Para o ministro, há indícios de descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-presidente no regime de prisão domiciliar humanitária.


