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Economia

Governo critica tarifaço dos EUA e defende sistema brasileiro

Carla Fernandes
Última atualização: 14 de julho de 2026 20:52
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Equipes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e assessoria do presidente se reuniram com o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, nesta terça-feira. O encontro ocorreu antes de Washington decidir sobre um novo tarifaço que afetaria produtos brasileiros.

O diálogo comercial é o quinto encontro desde 7 de maio, quando o presidente e o líder americano estabeleceram um grupo de trabalho. Em nota, o governo reiterou o caráter injusto das recomendações divulgadas, citando sobretaxas de 25% sob a Seção 301 e 12,5% por acusação de uso de trabalho forçado.

Os ministérios brasileiros afirmaram que nenhuma das razões apontadas pelos americanos justifica a aplicação das tarifas. O tarifaço foi sugerido pelo Escritório do USTR e classifica práticas brasileiras como “irracionais”. A investigação, aberta em julho de 2025 por determinação do presidente dos EUA, utilizou a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

Entre os pontos de questionamento dos EUA estão o sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, e decisões judiciais brasileiras sobre plataformas digitais. O relatório americano aponta que o Banco Central do Brasil atua como regulador e operador do sistema, gerando vantagens competitivas.

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