Um deputado federal cassado defendeu o restabelecimento da lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A defesa ocorreu após Moraes suspender por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por razões políticas.
O deputado afirmou em rede social que a proibição de comunicação política em um país não deve levar ao reconhecimento democrático da eleição. Ele declarou que a sanção Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes deve ser restabelecida.
A suspensão das visitas ocorreu porque Moraes considerou que a leitura de uma carta do pai por Flávio durante uma transmissão em rede social desrespeitou a proibição de uso de redes sociais imposta ao ex-presidente. O ministro também apontou reincidência, citando uma conduta similar ocorrida em agosto de 2025.
A lei Magnitsky, utilizada pelos Estados Unidos para punir estrangeiros, havia sancionado Moraes em julho do ano passado. Na ocasião, bens do ministro, de sua esposa e de uma empresa do casal nos EUA foram bloqueados. Em dezembro, o governo americano retirou o ministro da lista de sancionados.

