Uma idosa relatou dificuldades de locomoção ao caminhar pela cidade, pois o espaço público foi ocupado por veículos e mesas de restaurantes. Ela descreveu como a falta de espaço e a necessidade de desviar de obstáculos geram frustração.
A senhora, que trabalhou por décadas em fábricas e balcões, afirma que seu corpo, que antes conhecia as distâncias da sua calçada, agora erra devido ao ambiente urbano. Ela citou obstáculos como motos estacionadas no passeio e mesas de madeira que ocupam toda a passagem, transformando o local em extensão de restaurantes.
A idosa comentou que, na rua, o que prevalece é quem ocupa primeiro, citando motos, mesas e caçambas de entulho. Ela questionou onde está o documento que garante seu direito de passagem. Ela também observou que pessoas com mobilidade reduzida, como uma mulher empurrando carrinho de bebê e uma menina em cadeira de rodas, enfrentam barreiras.
A senhora expressou raiva contra quem possui licença e protocolo, mas não considera a passagem dos demais. Apesar da dor nos joelhos e costas, ela decidiu sair novamente no dia seguinte, com a intenção de mapear os perigos do trajeto.

