A permanência em estádios descobertos expõe o corpo a alta radiação ultravioleta e calor extremo, gerando danos solares agudos e riscos de exaustão térmica. Para prevenir lesões, a dermatologia recomenda o uso de protetor solar com FPS 50 ou superior, além de hidratação sistêmica.
A superexposição solar provoca reações inflamatórias na pele. Sinais de comprometimento incluem vermelhidão intensa, sensação de calor, ardência e, em casos graves, a formação de bolhas. Além disso, o corpo pode apresentar sintomas sistêmicos de insolação, como tontura, náuseas e confusão mental, indicando falha na regulação da temperatura.
O ambiente de estádios, com concreto e plástico refletindo a radiação, agrava o quadro, dificultando a evaporação do suor. O diagnóstico das lesões é clínico, avaliado por profissionais que verificam a extensão do dano e os sinais vitais do indivíduo.
Para a fotoproteção prolongada, o filtro ideal deve ter **FPS igual ou superior a 50**, cobrir amplo espectro e ser resistente à água e suor. A aplicação deve ser feita com antecedência e **reaplicada a cada duas horas** ou após transpiração excessiva. O uso de barreiras físicas, como chapéus e óculos com certificação UV, complementa a proteção.

