Águas-vivas juba-de-leão, a maior espécie do mundo, invadem as praias da Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, gerando alerta por sua toxicidade. O aumento, considerado alarmante desde 2020, pode causar queimaduras intensas e sintomas como náuseas e dores de cabeça ao contato.
Moradores relatam a presença de exemplares mortos na areia. O contato com os animais pode provocar queimaduras intensas devido à presença de neurotoxinas nos tentáculos. Além disso, outros sintomas incluem vergões vermelhos, coceira, cãibras musculares e náuseas. Queimaduras podem surgir mesmo após 25 dias da morte do animal.
Especialistas de vida marinha afirmam que este é o maior aparecimento da espécie desde 2020. O fenômeno é atribuído a fatores como o aquecimento da temperatura dos oceanos, ventos, correntes de maré e a abundância de fontes de alimento na região.
Em Massachusetts, a situação é crítica. A Great Marsh Kayak Tours informou que Cape Cod está inundada com milhares de águas-vivas. A cidade de Beverly emitiu comunicado alertando a população para manter crianças e animais de estimação longe de tentáculos ou animais encalhados.

