As ações da CSN Mineração (CMIN3) caíram 6,42% na última sessão, encerrando em R$ 5,10, após oito pregões consecutivos de alta. O movimento é interpretado como correção natural, mas o ativo segue negociando acima das principais médias móveis no gráfico diário, segundo análise técnica.
No gráfico diário, a realização de lucros interrompeu a sequência de alta. Apesar da queda, o ativo mantém a tendência positiva no curto prazo, pois negocia acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O Índice de Força Relativa (IFR) marca 65,23 pontos, indicando que o papel já apresentava movimento esticado antes da correção.
Para que o fluxo comprador retome, é necessário superar as resistências em R$ 5,56 e R$ 5,84. Se isso ocorrer, o ativo pode buscar R$ 6,05 e R$ 6,40. Por outro lado, a perda das médias móveis e dos suportes em R$ 5,06 e R$ 4,91 pode intensificar a correção, levando a ação a R$ 4,85, R$ 4,46 e R$ 4,08.
Em análise de médio prazo, o ativo mostra volatilidade, mas a estrutura técnica permanece favorável. O analista aponta que a preservação dos suportes, como R$ 5,00 e R$ 4,37, mantém o cenário positivo, embora a volatilidade exija atenção aos próximos rompimentos.

